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Enquanto escrever vou ter que fingir que alguém está segurando a minha mão...


 

Mais belas hoje...

 

A música está baixa, ainda ouço.
O sono não vem, prefiro escrever.
A lua está feliz como o gato risonho do País das Maravilhas.
A sala está escura, a janela aberta.
Eu aqui, olhando pra ela, está sorrindo ainda.
Está mais bela hoje, mais feliz que eu.
"entre as coisas mais lindas que eu conheci,
só reconheci suas cores belas quando te vi..."
Posso enxergar um brilho distante.
Percebo que é o mesmo que se repete.
O mesmo das últimas quartas e sextas feiras...
"as coisas são mais lindas quando você está, 
onde você está e hoje você está..."
Na verdade, esteve...
Agora a pouco pra ser exata.
O abraço ainda é recente, se faz real. 
Algo é agradável de sentir, algo bom, me faz sorrir.
E isso agora me importa.
"a fome que devora alguns milhões de brasileiros,
perto disso não tem importância, 
a morte que nos toma a mãe que insubstituível, 
de repente dela já nem me lembro..."

Queria que hoje demorasse mais a passar.
As coisas andam tão difíceis, me faz chorar as vezes.
Mas o abraço bom me acalma. 
Então me vejo pronta para agradecer.
"ainda bem que você vive comigo,
por que se não como seria essa vida?"
Eu sei lá, prefiro não pensar!
"ouvinte claro, brilho no rosto..."
Independente do que eu fale.
Ta ali né?! Me ouvindo!
E fala também, pra eu não ficar tão só.

Já não durmo cedo como antes.
O costume de trocar algumas palavras me tira o sono.
A saudade em questão de segundos já surge.
Quanto mais posso mais quero aproximar.
Me faz bem! 
"me diz o que eu faço com essa falta que você me faz..."
Não sei, me desespero, não sei esperar.
Não sou paciente o bastante para esperar até o dia seguinte.
"quando estou com você o tempo voa..."
Sem mais nem menos, percebo que já acabou.

Percebo ainda que já sinto ciúmes.
Assim, do nada!
Ah, tava demorando!
É eu sou assim, já disse isso antes!
Não me agrada o ciúme, mas eu sinto!
Chega a ser um pouco engraçado!
Tudo misturado.
E então eu passo a reparar em tudo e TODOS que cercam.
Acho graça na minha vigilância.

O sol parece querer dar bom dia.
E eu ainda nem dei boa noite.
Que horas são?
Cinco, seis?
Posso voltar pra casa.
Sentir saudade em casa.
"estranho, mas já me sinto
como um velho amigo seu..."
Sentada aqui respiro aliviada.
Sei que a saudade é recíproca.
Sei que posso te ver amanhã.
Sei que vou te abraçar de novo.
Sei que você vai querer me abraçar de novo.
"não vejo a hora de te encontrar..."


                                     (Gabriela Felisberto)



Escrito por Gabi às 00h11
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balao.jpg

Infinita linha do horizonte...

 O céu sem estrelas torna-se menos egoísta.  
 Permite-me então expressar-lhe, junto do mar por me fazer lembrar de ti, os meus únicos desejos antes de ir.
 Quero que cada pétala caída da flor diminua uma lágrima em meu coração,
 que os ventos frios vindos do mar não me estrague uma noite de verão,
 que o que vejo além da linha infinita do horizonte seja apenas abrigo para a minha solidão.
 Quero poder sentir nos lábios a saudade fria derreter-se como gelo próximo ao fogareiro da lareira,
 quero os braços quentes que me acolhem sempre no entardecer do dia, no amanhecer da noite, independente.
 Que a saudade durma e não acorde mais,
 que o meu peito sorria e descance em paz.
 Ando agora a confundir com a linha infinita que encontro entre o mar e o céu,
 parece o mesmo encontro de teus olhos com os olhos meus,
 de teus lábios com os lábios meus.
 Ambos se perdem, não defiNem começo Nem fim,
 mas se encontram distantes.
 Distantes do meu alcance,
 distantes de mim.

 

 

                                                              (Gabriela Felisberto)



Escrito por Gabi às 01h18
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Um NOVELO...

  Eu descobri que gosto de brincar com novelos, sim daqueles de lã bem coloridos. Novelos bem cheios. Para que eu possa me enrolar bastante na lã e depois não achar a ponta para me desenrolar. Me vejo sempre em meio a um desses novelos bem cheios, nem sempre tem a mesma forma, nunca tem a mesma cor e até a textura da linha é diferente. Sempre me enrolo, nunca me canso. Então começo as tentativas vãs de descrever o que me calou, me roubou palavras e chão e ar, me roubou de mim. Mas não encontro um só ponto inicial, me vejo longe do início do fio e a dor some no vazio que seu beijo preencheu. Na flor somem os espinhos e então descubro que não há sensação melhor do que estar perdida e salva. Volto então ao meu novelo, me enrosco novamente.

   Entendo perfeitamente a forma de me achar louca, afinal sempre fui, mas já te perguntei mais de mil vezes: Não vê que eu sou assim? Perdida de amor, começo pelo fim? E nesse fim talvez a culpa seja tua por simplesmente ter me deixado esperando uma resposta que não chegava nunca. É com dor que me lembro daquele exato tempo, quando o céu se cobriu de vermelho comecei a te esperar, quando o céu se cobriu de azul pude ouvir teu respirar e ao se cobrir de frio bem te vi cantando, bem me viu tentando não chorar. Dias iguais, azuis, vermelhos, frios. Dias sem paz de espera. Dias iguais são como um rio correndo pra trás, não deságua em nenhum lugar.

Doeu um tanto em mim, na verdade ainda dói, mas agora eu sei mentir melhor. Sempre eu me disfarço, sempre. Pois ninguém precisa sentir essa dor por mim. Mas mesmo assim alguém me ouve e eu falo, sem receio explico. Explico que não me escondo do medo de não me reerguer do silêncio de uma vida sem você, de tudo que faltou ser. E ainda assim dói falar de ti. Enquanto mesmo longe eu te sentia aqui, enquanto a verdade eu soube conduzir doía menos, mas agora, agora dói mais, corta o ar do peito. Mas ainda me alivia saber que assim como a dor que fere o peito isso vai passar também e todo o medo, desespero e a alegria, a tempestade, a falsidade e a calmaria. E os teus espinhos e o frio que eu sinto. Isso vai passar também. Saudades, vaidades, verdades, coragem, miragens e a imagem no espelho isso vai passar também. Tudo um dia passa e talvez aí seja o momento para eu respirar. 

   Todos nós sabemos, meu bem, que a vida é assim, não vem com manual. E só perde quem não corre atrás. Independente de qualquer acontecido eu sei que não foram apenas perdas. Eu aprendi também. Afinal, mesmo não tendo encontrado, ainda, a ponta do novelo pra poder me desenroscar eu continuo procurando por ela. E é neste caminhar eu vejo que no sim existe um não, no céu também existe um chão. Vencer também trás perdas. Pois todas as vezes que pude alcançar algo bom dentro do monte de lã, foi por que por um momento eu desisti de encontrar a ponta da linha para me tirar dali.

   No momento de hoje, no meu agora, se você me perguntar o que é que eu to fazendo? Eu digo que não sei. Se você me perguntar o que eu quero do futuro? Eu digo que não sei. Só sei que espero que a vida me mande algo bom. Só sei que eu não quero cantar minha trilha fora do tom. Tão comum se arriscar sem saber cem por cento se é bom, sonhar mais alto que se pode ter, errar em conjugar o verbo querer, errar e errar e errar de novo. Se a conciência me chamar disser que eu não posso? Eu digo que não sei. Assumo meus desejos, tento saciar a sede, daquilo que nem sei. Tantas perguntas a responder. O que é certo? O que é bom? E o que é real? Antes de dar resposta é preciso aprender a perguntar. E eu não vou inventar respostas para te ver feliz, eu te darei aquilo que mora dentro de mim. Algo que eu possa repetir sem me arrepender depois.

Bom, que eu só sei que não quero viver uma vida dedilhada. Cansei de pensar demais que os erros meus não são iguais aos erros que deixei pra trás e aqueles velhos medos não assustam mais. Cheguei a um ponto pra parar de lutar contra a corrente. Já vi que não adianta de nada mesmo. Quanto mais eu me debater dentro do novelo, mais estarei enrolada nele. 

Hoje eu consigo ver que eu quis mais do que posso, vi mais do que aguento. Me assusta ver que essa areia nos meus olhos é a mesma que acolheu minhas pegadas depois de tanto caminhar, depois de quase desistir. Mas ainda assim os mesmos pés cansados voltam pra você sem medo de te pertencer. Eu voltei contra tudo, eu fugi do que era seguro. Descobri que é possível viver só, mas um mundo sem verdade. E não é assim que eu quero. Eu quero uma verdade inteira pra mim, sem metades, sem meio termo. Quero isso tudo e um pouco mais. E eu sei que você quer tanto quanto eu.

   Eu tô aqui, no meio da casa. Parei e vi que nesse quarto escuro existe um menino assustado. Ele é sozinho e teme que o mundo encontre o seu cantinho. Me entrega ele pra cuidar, eu sei guardar segredo eu sei amar. Não conto pra ninguém que esse menino é alguém de barba e gravata e que esse quarto escuro é sua alma. Eu prometo ficar em silêncio. Só preciso de ajuda para desatar meu novelo, e aí te ajudo a clarear o quarto escuro. Vai ser bom. Pode confiar em mim. Você confiava antes. Lembra?

   Ainda me lembro de ouvir alguém dizer: “Ela via o mundo, ele via o mundo, viam sob a mesma luz. Isso é tudo e era tudo que havia entre os dois em comum." Os nossos planos eram os mesmos. E agora? Preciso pelo menos saber se eu ainda existo nos teus planos.

 

P.S.: #MANUSCRITO¯



Escrito por Gabi às 15h40
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Unhas vermelhas...

 

Estava se recuperando de uma cirurgia de extração de amígdalas e se preparando para completar dezoito anos. Sentia-se ainda fraca e com fortes dores na garganta, algo no peito também incomodava, era falta de algo, saudade de alguém que fazia falta demais. Tudo o que sentia a deixava ansiosa e muito nervosa, a vontade era de roer todas as unhas até sangrar, mas a garganta cheia de pontos não a permitia fazer isso. Sentou-se na beira da cama e olhou para as próprias mãos, estavam brancas demais, assim como o resto do corpo. Olhou-se no espelho e se sentiu completamente sem sangue, estava mesmo com cara de doente, não queria aquilo. Dali há vinte e quatro horas faria dezoito anos e queria mudanças. O primeiro passo era ter uma carinha mais saudável, por isso fez o cabelo do jeito que gostava, pegou o telefone e decidiu que não ficaria mais um dia sem dizer o que realmente sentia. Discou o número e o coração estava aos pulos, alguém atendeu, o coração foi na boca. "Alô?!" Foi o que ouviu do outro lado da linha. "Oi!" Respondeu com a voz ainda rouca da cirurgia. "Nossa é você mesmo?" O coração ainda disparado. "Sou. E eu só liguei pra dizer que eu te amo!" Saiu tudo de uma só vez. Um segundo de silêncio, até que a voz que lhe fazia bem respondeu: "Eu te amo mais que qualquer diferença que exista, mais que qualquer defeito meu ou qualquer qualidade sua, te amo e ponto final!" As lágrimas subiram aos olhos de uma forma inexplicavelmente inesperada e o que conseguiu dizer foi: 'Obrigada, era isso que eu precisava ouvir!' Uma despedida demorada e fim da ligação. Se jogou na cama e enterrou a cabeça no travesseiro, chorou tudo que queria e logo em seguida sorriu tudo que podia. Pegou no sono. Acordou com mensagens e telefonemas de parabéns e felicidades. O mais esperado foi quase na hora do almoço. Várias palavras lindas, sentimentos verdadeiros e lágrimas de saudades. Tudo agora lhe parecia agradável, as cores mudaram, de cinza para lilás em menos de doze horas, o sorriso voltou ao rosto de forma inexplicável, as lágrimas se abrigaram nos olhos, mas desciam apenas quando era conveniente. Saiu de casa e foi a um dos parques da cidade, no caminho encontra vários conhecidos, se sente bem, consegue falar melhor, sorrir mais e agora de verdade. Sentou-se na grama e observou a água da fonte no meio do lago. Levou as mãos até as bochechas e sorriu para si mesma. Olhou agora para as mãos e já não as sentia tão 'mortas', mas sentiu falta de algo para deixa-la feliz. Queria, de agora em diante, coisas que nunca tivera antes. A primeira ela descobriu que agora tinha, coragem. Tendo essa primeira conseguiria todas as outras. Decidiu sua próxima conquista, queria unhas grandes, coisa que nos dezoito anos de vida nunca conseguira. Sempre lhe faltou coragem para enfrentar os medos que lhe fazia roer as unhas. Agora tinha, não mais o medo, mas sim coragem. E definitivamente, teria unhas, belas unhas para mudar de cores sempre que estivesse assim. Sorriu para as mãos, gostava de mudanças. Um mês e meio depois já estava com meias unhas, já se sentia totalmente nova. Era outra, muita coisa havia mudado, já havia feito as unhas várias vezes nas últimas semanas. Decidiu fazer de novo, de forma especial. Unhas vermelhas e grandes. Se sentiu diferentemente corajosa e feliz. Agora sim era como ela queria. E as unhas vermelhas eram só o primeiro passo.

 

P.S.: "falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate..."



Escrito por Gabi às 00h33
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Um estranho jeito de amar.

 Aí a menina acordou mesmo, de uma vez por todas, agora ela enxerga seus próprios defeitos. Pra que tanto ciúme meu bem? Não vale a pena, não é digno, isso afasta as pessoas de você. O ciúme chega a ser um problema? Ah sim, ele é. Em excesso tudo é. Mas e como faz quando não dá pra evitar? No mínimo a gente tenta controlar né. As vezes se faz impossível ter um auto controle extremo que é necessário. “Não tem que ser assim tanto desencontro, mágoa e dor...” E não tem mesmo. Não é preciso se lamentar, se torturar, se fazer a pior pessoa, achar que a culpa é sempre sua. Os defeitos existem para exautar as qualidades, eles existem para serem aceitos pelas pessoas que te amam de verdade. Que fique claro que ninguém é obrigado a amar ninguém, mas também ninguém tem direito de maltratar um sentimento só por que não pode corresponder. Ninguém para pra pensar que todo mundo é sujeito a tudo, não estamos livres de nada. Ninguém está himune a sentimento nenhum seja ele amor ou o ódio. E quem dera pudéssemos escolher quem amar e quem odiar. Se pudéssemos então escolher NÃO amar, seria muito mais fácil. Imagina gostar de todos, mas não se apegar a ninguém. Não ter que chorar lágrimas doloridas quando se despedisse, não precisar sorrir escondida apenas por receber um elogio, não magoar ninguém por não sentir o mesmo, não odiar alguém por amar a mesma pessoa que você ama. Seria mais fácil.

P.S.: Texto dedicado ao meu grande Poeta das Estrelas!



Escrito por Gabi às 12h36
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Um dia, de repente não mais que de repente, assistia uma novela que acabava de estrear no horário das oito. Uma música começou a tocar e uma voz totalmente desconhecida conquistou de uma hora para a outra os meus ouvidos e o meu coração. O único problema é que eu só ouvia o refrão da música e não sabia como descobrir que voz tão linda era aquela. Fui então a procura da dona daquela voz, logo encontrei o nome da música e logo em seguida o nome da dona da bela voz que cantava aquela canção. Era ela, Maria Gadú. Logo uma amiga me mandou uma outra música da mesma Maria e eu de curiosa resolvi procurar mais e mais músicas. Logo já conhecia todas as músicas, mas não conhecia muito a dona das músicas e daquela voz. Até que comecei a conhecer. Uau! Que surpresa! Aquela moça pequena e magrinha, se equilibrando com um violão em cima do seu banquinho, cantando com a alma e me emocionando cada vez mais. Aquela moça com um sorriso lindo estampado no rosto, um sorriso sensível, sorriso sincero, sorriso as vezes tímido que encanta.

De uma hora para outra eu percebi que as pessoas a minha volta começavam a se interessar por aquela voz também. E em um certo momento comecei a me perguntar "O que a Maria tem que faz a gente gostar tanto assim?" E olha que coisa, não encontrei a resposta. Não consigo achar o por que, o motivo que faz com que eu sinta tanta admiração por essa pequena grande voz, essa flor mais linda que com seu jeitinho moleca, seu banquinho e seu violão encanta, colore e faz muito bem.

Maria deixou de ser uma simples cantora que eu admiro, passou a ser alguém muito especial, alguém que eu realmente acredito que valha a pena conhecer.

Maria é a moça de sorriso aberto, a flor que inspira canções, a dona da voz que canta direto no meu coração.

 

"Deixa de lado aquele ruído confuso que ensurdecia a cidade, 
  Liga o som, deixa eu ouvir você cantar
  Pega o violão e me encanta com as cores das suas melodias
  Rega o jardim com a tua voz e deixa mais coloridas as minhas rosas
  Traz essa calma, esse sorriso, essa paz que sempre irradia da tua voz
  Ah Maria, a cor, o dom, a voz e o sorriso, o brilho constante que vem da tua alma
  Impossível definir em apenas uma, duas ou muitas palavras
  Simples assim, complicado assim!
  Que seja sempre a Bela Flor do jardim mais lindo
  Que encante sempre com a voz e possa colorir com o sorriso."
 

 

Eu não sei muito bem por que decidi escrever esse texto, sei que no momento essa Linda Rosa tem feito a trilha sonora da minha vida. Maria agora é parte da minha história.

 

"Ser duplamente flor, encanta, colore e faz bem..."ܓ

 

P.S.: Fã Clube Bela Flor, um SHIMBALAIÊ especial por vocês serem parte dessa história!



Escrito por Gabi às 11h14
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E aí o que acontece quando você tá na dúvida? Sei lá, nem é dúvida do tipo: "Que escolha eu faço?", nem é coisa que te deixa sem sono ou algo do tipo. É apenas a dúvida constante, "Vai dar certo?". Tá eu sei, entendo, ninguém pode garantir isso, ninguém sabe do dia de amanhã, ninguém pode te garantir como será nem seu próximo minuto. É, bem que podia! Seria muito mais fácil se alguém pudesse te garantir qual caminho que você precisa seguir para ser completamente feliz, mas não, isso não dá. Até por que não existe uma completa felicidade, nada é cem por cento certo, nada é cem por cento errado. Mas as vezes algumas coisas podem parecer mais errado que certo aos olhos dos outros, mas aos seus é a única coisa que lhe faz sentir bem. Você se sente mal por saber que aquelas coisinhas pequenas que te fazem feliz, não fazem a menor diferença para os outros. Enfim, é impossível agradar a todos, mas vale a pena tentar agradar a si mesmo. Acho que isso já é uma grande coisa. Enfim, to aqui esperando a cirurgia das amidalas e começando uma super dieta. 10 quilos até julho! Vamo que vamo!



Escrito por Gabi às 09h59
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Genteeee, tava passeando por um site e achei uma história muito fofa. Na verdade eu tava procurando o significado de NEOQEAV que eu via escrito em um monte de orkuts, twitters, blogs e outros sites mais. Enfim, agora eu descobri! É uma história que merece ser compartilhada! É realmente muito linda! Aproveitem e comentem!

N.E.O.Q.E.A.V.'s

Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam "Neoqeav" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

"Neoqeav" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "Neoqeav" na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.

Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

"Neoqeav" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.

Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.

Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.

Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.

Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.

Vovó partiu.

"Neoqeav"foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:

"Mas o que Neoqeav significa?"

Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você = "NEOQEAV"

 

Beijos de açúcar!

Amo vocês! :*



Escrito por Gabi às 19h17
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Hoje é um dia comum, como outro qualquer. Nada de novidades, nada de fantástico. Apenas o mesmo de sempre, a alegria de sempre, a vida tranquila e calma de sempre. O mundo de sempre, as loucuras de sempre, os amores e os ódios de sempre. A mesma Raquel, a mesma QUell, a mesma amiga de sempre. A pequena, a brankela, a sem graça e a abusada Raquel Gabriela. A menina das asas de açúcar que está lendo Clarice Lispector!

É isso por hoje!

Apenas o de sempre!

Beijos de açúcar!

"As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas"

(Clarice Lispector)



Escrito por Gabi às 14h52
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Um dia ela acorda cedo e não vé as nuvens, tá sem cabeça pra isso. Simplesmente pula da cama e vai pro chuveiro. Ela está cansada da noite de ontem e a cabeça dói da ressaca. No celular várias mensagens, da amiga que esqueceu o celular na bolsa dela, da mãe que dá bom dia, do ex namorado querendo voltar, da operadora ofercendo bônus, dos três garotos de ontem a noite. Ela apenas sorri. Pra quem ela liga? Pra amiga é claro. Marcam um shopping e de quebra uma baladinha. Afinal ontem só foi sexta. Ela está solteira e desempedida, quer amar o mundo, mas quer primeiro amar a si mesma. Agora sim, ao sair de casa, ela vê as nuvens. Qual foi a conclusão dela? Simples. “Muitas nuvens no céu.Hoje não é dia para fazer escova, provavelmente vai chover!”

Só isso!

É que algumas coisas não tem mistério, algumas coisas nem são complicadas. Algumas coisas só tem que acontecer, tem que rolar e ponto. Filosofia barata de observar nuvens, pássaros e borboletas? Funciona feliz. Funciona de mais! Mas as vezes não se faz necessário. As vezes tudo que precisamos é de uma noite legal, uma amiga bem humorada e de quilos de chocolate. Talvez uma ida ao shopping, que seja para ver a exposição de Barbies que você nem sabia que estava lá, talvez uma fofoca com aquela amiga fiel, um telefonema pra quem te faz falta, uma música boa, uma Heineken muito gelada, uma porção de batata frita com ketchup, um gloss da Victoria Secret e um abraço de verdade. Um cinema de filme bobo, um amigo que voltou de viagem, um planejamento de viagem, um beijo na boca sem compromisso, uma fuga de casa, um anel de aço inoxidável, um show, uma festa, uma piscada de olho, um número novo na agenda do telefone, um bafão quente pra amiga, um amor correspondido ou uma boa risada. Um filme velho, um dengo, um carinho, uma música, um computador ligado, um msn, um post novo no blog.

Mas as vezes basta simplesmente olhar pro nada e não saber o que vai fazer amanhã!

P.S.: Isaa minha Lor@, esse texto é pra você!



Escrito por Gabi às 15h20
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890186-001, Tom Schierlitz /Stone

Enfim, acabou o carnaval...

E como nesse país tudo só começa depois dele, LÁ VAMOS NÓS! Comecemos de uma vez por todas esse bendito ano de 2010.

Nada de mais pra falar hoje, sei lá. Novidades? Unnn... Ah se falar que eu to começando a cair na real, que meu ciúme realmente atrapalha e que eu definitivamente preciso cuidar um pouco mais para não deixar esse bichinho do ciúme tomar conta. Pode ser que isso seja verdade. Eu definitivamente estou cuidando dele, com muita paciência. Devagar, aos poucos... Então, tipo, NÃO ME TORTURA TÁ?

Aqui tem mais um texto da Morango (Dá-lhe MOrangooooo!) que mais uma vez parece muito comigo (E não sou eu quem disse! Brigadinha Lor@!). Essa luta com as unhas é minha luta bááásica com o ciuminho. (E com as unhas tbm!)

FOFO E DEIXA BEIJAR

Fez uma promessa a sí mesma: ia parar de roer as unhas. Fácil não ia ser. Tudo começava pelas cutículas; especialmente as dos indicadores e mindinhos. Era uma tentação! De repente surgia uma pontinha de cutícula em um dos dedos, e aquela coisinha de nada ficava raspando na roupa, em tudo que é lugar e incomodava. Aí iam os dentes entrar em ação… Falta de alicate de unha não era; havia um e era bem amolado. Mas ela era muito ansiosa e para isso não havia ferramenta de manicure no mundo que desse jeito.  O primeiro dia passou sem muita dificuldade; ela se viu levando a mão à boca apenas uma vez. O segundo fora, talvez, o mais difícil: porque além das pontinhas de cutícula que começavam a brotar, dava para ver o branquinho das unhas crescendo. No terceiro dia,à noite, a gengiva e os dentes coçavam de vontade de limar os cotocos de dedos. Oh, semana desafiadora aquela!

No auge de seus 11 anos de idade ela ainda não trabalhava, mas fazia uma ou outra coisa para a mãe e as vizinhas e ganhava algum trocado. Faxinava, fazia compras e era uma espécie de office-girl de vez em quando. Em poucas semanas conseguiu juntar dez reais. Com o dinheiro pretendia ir ao salão de beleza do bairro e pela primeira vez deixar as mãos e pés aos cuidados de uma profissional.  Tomou banho, lavou os cabelos, pôs uma de suas melhores roupas e foi ao “Linda Mulher” na terça-feira, dia de promoção. Ao invés dos dez, gastaria oito reais lá. Pediu “Fofo”, um rosa clarinho nos pés, e “Deixa Beijar”, um vermelho intenso nas mãos. Nunca se sentira tão bonita! Pagou, foi dar uma volta, comprou um picolé de chocolate e se sentia a pessoa mais feliz do mundo. Quando jogou o palito fora percebeu o quão descuidada fora ao desembrulhar e entregar-se tão completamente à delícia gelada: todo o trabalho nas unhas das mãos estava perdido. Deu vontade de chorar, mas pensou melhor e se deu conta de que havia conquistado uma pequena vitória. E descobriu que podia muito mais.

Ana Angélica Martins Marques

 

E então?

Ah enfim...

Beijos de açúcar!



Escrito por Gabriela Sanguini às 19h14
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Ooie geaaante!
Nem sumi por tanto tempo assim né?! Então, como vão as coisas? Comigo tudo bem. Estou descansada pra caramba, na verdade já estou a toa mesmo. Voltei das férias do Rio sem vontade, queria ter ficado lá mais um tempo, pelo menos mais uma semana, pelo menos para o show da Maria Gadú em Búzios. Siim Búzios. Ai ai ai o que é Búzios?! Só o paraíso. Eu adorei essas férias em especial, foram maravilhosas, todos os dias foram aproveitado, inclusive os com chuva, cólicas e TPM. Agradeço muito a galerinha de lá que esteve comigo o tempo toodo. Principalmente a Belle e a Ticka, por ouvirem Maria o dia toooodo. rsrsrs

Novidades? Poucas. Enfim, to parada meeesmo. Sem aula, até que enfim. To curtindo o momento pra cuidar mais de mim. To vendo BBB seempre, adoooro aquilo. Super babado, suber bafão. E eu torço pela Morango. Ela é a única que nunca fez fofoquinha, nunca falou nas costas de ninguém. Pra mim ou é Morango ou é Dourado. Enfim geante, eu vou fazer minha tattoo logo depois do meu niver, vou sim! Assim que eu fizer posto aqui. Vou descrever minha dor, pode apostar. Lembrando que a tattoo tem tooda uma homenagem e toda uma história que eu só conto na hora que fizer. Uhuu! E eu vou fazer uma cirurgia geante, vou sim tirar essas malditas amídalas que ve me aterrorisado já há um tempo. Enfim, coisa rápida. Em breve, março, eu viajo pra Formosa pro nascimento da minha afilhada, Laura. Meu amigo realmente resolveu não voltar pro nosso convívio. Só espero que ele realmente esteja bem. Aff! Fui ao show da Ana Carolina. Meeeeu que show foi aqueeele!? Muito bom!

Enfim geeaaante, é isso.

Tava eu aqui fuçando no site da globo, passeando pelo do bbb e achei um blog da torcida da Morango. Tava lendo o bendito blog e descobri que a bunita escreve muito. Muito meeesmo. Então vou colocar aqui pra vocês um texto dela que por incrível que pareça tem muito a ver comigo. Pelo menos comigo agora, neeesse momento! Eu adorei!

Então é isso! Que venha cirurgia, Laura, Maria Gadú, 18 anos e tudo mais! Que venha o BBB! E daaa-lhe Moooraaangoooo! 

SAUDADES DE NÃO SEI O QUÊ

Pensei bem e decidi: vou largar a barra da saia da mamãe. Deixar pra trás a cama sempre arrumada, as roupas limpas, o leite no pires. Não quero mais ganhar presentes sem merecer, nem afagos a qualquer hora do dia. Me cansei dessa vida de filho único. Estou com saudades de não sei o quê; só sei que é de coisa que não vivi. Não quero mais gastar meus dias entre livros. Não quero mais perder a noção do tempo imerso num mundo que não é o meu. Preciso descobrir o que existe do outro lado; sentir o perigo perto. Quero sentir medo. Quero sentir paixão; sentir o sangue pulsando agitado da ponta dos pés às orelhas.

Quero a prova de que tudo o que ouço é verdade. Quero experimentar novos sabores… azedos demais, salgados demais, amargos… Preciso de um corte no dedo que cicatrize sem curativo. Preciso esperar no ponto por um ônibus que não vai chegar nunca; e vou olhar para o relógio mil vezes enquanto isso. E quando todas essas coisas já forem rotina para mim vou correr na chuva, chorar ouvindo uma música, pegar um resfriado, ficar na cama sentindo a solidão, esperar telefonemas que não vão acontecer.

Mas quando a felicidade me pegar de jeito, vou senti-la plenamente em cada poro, em cada célula do meu corpo. E celebrá-la, como se eu pudesse ser o último no mundo a senti-la.

Abro os braços, inspiro fundo e me lanço da janela. Quatorze metros e meio até o chão. Restam seis vidas.

Ana Angélica Martin



Escrito por Gabriela Sanguini às 10h02
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O ano termina...

Acabou mais uma vez. Enterramos mais um ano de grandes desafios e grandes conquistas. Mais uma vez achávamos que não seria possível que tivesse um fim, afinal o ano novamente não foi dos melhores. Passamos por coisas ruins, muitas coisas e nós sabemos disso. Mas não podemos deixar de lado as coisas maravilhosas que nos aconteceu.

Muitos de nós, eu mesma, quis desistir no meio do caminho, jogar tudo pro alto e dizer CHEGA. Mas sabe de uma coisa? Se tivéssemos deixado tudo de lado, jamais saberíamos como estaria hoje. Se não tivesse arriscado jamais saberia o outro lado. Assim como agora não sei como seria se tivesse desistido. E cá entre nós, que bom que me arrisquei!

O ano realmente foi marcante. Perdi muita coisa, perdi ídolos, perdi medos, perdi a vergonha pra algumas coisas, perdi amigos também, perdi momentos bons, perdi chances de dizer eu te amo, perdi a possibilidade de abraçar forte, perdi o momento certo pra coisa certa no lugar certo. Mas enfim, ganhei, ganhei mais um ano pra não me arrepender de ter perdido nada. E mais ainda, ganhei muita experiência.

Mas e daí né? Acabou, adeus ao ano que fica e bem vindo ao novo que vem!

...e começa outra vez!

Inicia-se mais um ano e eu não tenho dúvidas que esse será melhor que o que passou. Tenho muitos motivos pra achar isso. Pra começar está chovendo e todas as coisas boas, que marcaram minha vida, aconteceram especificamente em dias de chuva. Depois esse ano tem muita coisa para acontecer e muita pra não acontecer. Uma das que muda muita coisa na minha vida é que  de agora para frente não existe mais um despertador às seis da manhã na minha cabeça.

 Esse ano não tem colégio, não tem aula, não tem química, nem física, nem matemática. Tá que tudo isso porque EU NÃO PASSEI NA P*&%$ DO VESTIBULAR! E tá também que eu fiquei super deprimida e mal por isso, chorei o oceano que existe dentro de mim, me descabelei e quase cortei os pulsos por isso. Ok, já passou e isso não é a MINHA prioridade. E tá mais uma vez que todo mundo ficou me enchendo o saco, me dizendo que eu não passei por culpa do teatro e BLÁ, BLÁ, BLÁ. Mas vem cá, a vida é de quem mesmo? Ah é, é minha! Então faz que nem diz meu Pai? Compra um gato!

Esse ano eu completo 18 aninhos (TADAAAAAN!) E todo mundo me pergunta, E daí? Porque a maioria diz que não muda em nada, que a diferença é que agora você responde oficialmente por seus atos. Deer! Isso é pra filinho(a) de papai que quer depender deles para sempre. E eu meu bem, nem querendo dependo deles! Espera só um pouco e me diz se não vai fazer diferença nenhuma.

Eu só sei que esse ano eu quero viver mais, quero amar mais, sorrir mais, sair mais, falar mais, conversar mais, conhecer mais, andar mais, emagrecer mais, escrever mais, ser mais glam. Enfim quero muito mais!

P.S.: "Venha sem chão, me ensina a solidão de ser só dois..."



Escrito por Gabriela Sanguini às 00h59
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(depois do show eu achei a música que eu mais amo)

Amor Sincero (L)

Foi num piscar de olhos
Que tudo se apagou
Já eram novos tempos
Tudo se transformou
E eu fiquei perdido no mesmo lugar
Vendo pessoas indo e outras a chegar

Você não vai saber, tão pouco entender
Pois só a idade esconde um coração

Eu só quero um amor sincero
Que toque minhas mãos
E faça minha vida mudar
(2x)

Eu não consigo ver aonde vou chegar
Sinto que estou mais velho
Preciso caminhar
As noites são mais longas
E os dias são mais curtos
Eu vou entregar a minha alma
E transformar o meu mundo

Você não vai saber, tão pouco entender
Pois só a idade esconde um coração

Eu só quero um amor sincero
Que toque minhas mãos
E faça minha vida mudar



Escrito por Gabriela Sanguini às 01h27
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Em recuperação...

Pós operatório...

A cirurgia foi ontem...

Doses de carinho me fazem bem...

Obrigada aos meus plantonistas...



Escrito por Gabriela Sanguini às 20h03
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